assim nos tornamos duras como as pedras do cais do porto velho e suas ranhuras mergulhadas na extrema geografia. mas em profundidade não procuraremos aquilo para o qual não fomos nós quem demos nome. perseguiremos o passado que imprimiu os limites das nossas margens, apenas porque já não há ninguém do outro lado para nos dar qualquer resposta. desse silêncio inventaremos o futuro a partir das nossas próprias palavras.




MANIFESTAÇÃO 

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